Xixi na cama, como evitar?

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O melhor a fazer é não encanar muito com o problema. O controle noturno da bexiga pode ser mais difícil do que se imagina, dependendo do organismo da criança. Por exemplo, se ela tiver o sono muito pesado, o corpo pode não ter aprendido ainda a despertar a tempo por causa da vontade de fazer xixi.

Procure não dar bronca nem fazer brincadeirinhas que constranjam seu filho na frente dos outros, depois de um episódio de xixi na cama. É bem provável que ele se sinta mal o suficiente, e o ideal mesmo é mantê-lo de fralda à noite, até você perceber que a fralda permanece seca quando ele acorda, de manhã.

Assim que ele estiver amanhecendo com a fralda seca mais de metade do tempo (por exemplo, quatro ou cinco noites numa semana), diga que vai fazer uma experiência de deixá-lo sem a fralda para dormir.

Tente reduzir a quantidade de líquido que ele bebe antes de ir para a cama, e, antes de você ir dormir, leve-o para fazer um último xixi, mesmo que ele vá “meio dormindo”.

Para evitar prejuízos, forre o colchão com um plástico. Se ele usar uma caminha para crianças, é provável que um lado do colchão já seja impermeável. Ou então você pode procurar em lojas de materiais médicos um lençol de plástico para proteger o colchão.

Se o xixi na cama acontecer, troque a roupa dele com calma, e diga que não há problema, que vocês vão tentar de novo na noite seguinte.

Caso os acidentes virem uma constante, depois de vocês tentarem por cerca de duas semanas, diga a ele, de um modo direto e tranquilo, que vocês vão dar um tempo e voltar a usar a fralda para dormir, e que dali a alguns meses farão uma nova tentativa.

Quase 50% das crianças fazem xixi na cama aos 3 anos de idade. Os especialistas consideram normal que os acidentes noturnos aconteçam até os 6 anos (isso mesmo, 6 anos!). Com 6 anos, 12% das crianças ainda deixam escapar o xixi à noite. Por isso existem tamanhos maiores de fralda, especiais para esses casos.

A dificuldade de controlar a bexiga à noite também é hereditária. Pergunte aos avós da criança como você era na idade dela.

Vá monitorando a situação junto com o pediatra, mencionando o assunto nas consultas de rotina.

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Cuidados com os dentes do seu filho após o primeiro ano

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Dentes fortes à vista

A formação de dentes saudáveis e resistentes a cáries no futuro depende muito da alimentação do seu filho na infância. Os primeiros dentes do bebê foram, na realidade, formados quando ele ainda estava dentro da sua barriga, portanto, dependiam da sua alimentação.

Agora, cabe a você tomar os cuidados necessários para garantir que os próximos dentes nasçam fortes e os que já nasceram se mantenham bem.

É muito importante assegurar que seu filho continue ingerindo uma boa quantidade de cálcio e de vitamina D (substância que ajuda o organismo a fixar melhor o cálcio usado na formação de ossos e dentes). Se ao desmamar o bebê você perceber que ele está ingerindo menos leite, complemente a alimentação com outros laticínios, como iogurte natural e queijos.

Preste atenção também na quantidade de flúor que seu filho ingere. Esse mineral é fundamental para fortalecer o esmalte dos dentes e resistir às cáries. Mas, algumas vezes, o excesso de flúor pode levar ao aparecimento de manchas esbranquiçadas nos dentes — um problema conhecido como fluorose dentária. Lembre-se de que a água da torneira dos grandes centros urbanos costuma ser fluoretada, o que já contribui para a exposição natural das crianças ao flúor.

Algumas crianças são particularmente propensas a sofrer de cáries, e, nestes casos específicos, os dentistas costumam recomendar o uso de suplementos à base de flúor (geralmente na forma de bochechos), além do creme dental. Assim sendo, não dê flúor para seu filho sem conversar com um dentista antes e realmente avaliar a necessidade ou não do suplemento.

Em casa, faça um esforço para que as crianças não adquiram hábitos que são verdadeiros inimigos dos dentes saudáveis, como tomar sucos e comer doces entre as refeições. A melhor hora para servir sucos é durante as refeições, em um copinho, pois a criança tende a passar menos tempo com ele na boca.

Ir para a cama com a mamadeira também não é recomendável, pois o açúcar do leite ficará presente na boca durante a noite toda.

Mantendo os dentes limpos

Escovar os dentes é um hábito que tem que ser incorporado à rotina de seu filho pelo menos duas vezes por dia, de manhã e à noite, antes de dormir.

O objetivo é limpar todos os restos de alimento que ficam em cima ou entre os dentes. Use uma escova pequena e de cerdas macias, com uma quantidade de creme dental com flúor mínima, semelhante ao tamanho de meio grão de ervilha.

Faça movimentos circulares e evite que seu filho se acostume a esfregar a escova de um lado para outro. Isso não só não limpa os dentes como também pode machucar as gengivas.

Não se esqueça de escovar a parte de trás dos dentes também.

Limpar bem os dentes de uma criança é algo mais fácil de falar do que de fazer. A verdade é que se seu filho deixasse você olhar com calma a boca dele, sob boa iluminação, você se surpreenderia com a quantidade de pedacinhos de alimentos que insistem em ficar ali, mesmo depois de uma boa escovação.

Tente fazê-lo colaborar, abrindo bem a boca e ficando o mais parado possível. Se táticas como copiar você ou deixar que ele escove os próprios dentes por um tempinho não funcionam mais, experimente ter um espelho por perto. Seu filho poderá se animar a olhar o interior da boca e até dar nome aos dentes, enquanto você usa a escova.

Meu filho gosta de chupar a pasta de dente diretamente do tubo. Isso é ruim?

Sim, já que a ingestão de muito creme dental enquanto os dentes do seu filho estão se formando pode levar ã fluorose dentária, que provoca manchas brancas no esmalte. Além disso, engolir uma grande quantidade de pasta pode provocar até intoxicação.

Se você suspeitar que isso tenha ocorrido com seu filho, leve-o ao pronto-socorro imediatamente.

Para evitar uma situação assim, mantenha o tubo de pasta fora do alcance das crianças. Alguns pais preferem evitar pastas com sabores adocicados, justamente para que os filhos entendam que não se trata de uma comida.

Quando é que uma criança pode escovar os dentes sozinha?

Quando ela demonstrar interesse deixe ela tentar sozinha, mostrando como se deve fazer: com pequenos movimentos circulares e não esfregando de um lado para outro. De qualquer forma, especialistas recomendam que você supervisione seu filho até pelo menos os 7 anos de idade, quando ele deverá ter a destreza necessária para fazer uma boa limpeza dos dentes.

Escove seus dentes junto com seu filho, já que esta é uma forma divertida de orientá-lo a escovar corretamente.

O que fazer em relação aos doces

Evite oferecer doces e balas a seu filho antes que ele descubra que eles existem. Muitas famílias que não têm o hábito de comer doces e cujos filhos não têm amigos mais velhos conseguem evitar esse tipo de alimento até o segundo aniversário. Vale a pena tentar, pois se o resto da dieta do seu filho for balanceada, esse período sem doces vai ajudar os primeiros dentes a nascerem e crescerem mais fortes.

Mas um dia os doces virão, não tem jeito. As crianças acabam percebendo as lindas embalagens no supermercado, assistindo a comerciais feitos exatamente para elas e reparando nas outras crianças comendo suas balas e chocolates preferidos.

Porém, não há dúvidas de que os doces não fazem bem para os dentes de seu filho. Dentro da boca, o açúcar refinado se torna um ácido que “ataca” o esmalte dos dentes. Isso quer dizer que, cada vez que a criança come um doce, os dentes ficam vulneráveis à cárie. Quanto mais vezes por dia isso acontece, e quanto mais tempo o açúcar permanece na boca, maiores as chances de desenvolver cáries.

Mas se você souber lidar de maneira sensata com doces e outras fontes de açúcar, pode ser que o assunto nem vire um grande problema na vida de vocês.

Passar o dia com um copinho ou uma mamadeira de suco pode ser tão prejudicial para os dentes como um pedaço de bolo de chocolate. Portanto, é muito mais razoável controlar todos os tipos de alimentos açucarados do que proibir certos doces e deixar que seu filho coma outras coisas que também contêm açúcar.

Alimentos doces que são ingeridos rapidamente são os menos prejudiciais porque o ácido que é produzido deixa a boca antes que comece a ter efeito sobre o esmalte dos dentes. Assim, uma fatia de bolo ou um pedaço de chocolate depois do almoço são menos arriscados do que um pirulito que pode passar a tarde inteira na boca da criança.

Balas e outras guloseimas que grudam nos dentes são as piores, pois às vezes resistem até a uma boa escovação. Infelizmente, alguns alimentos mais saudáveis, como passas e outras frutas secas, também costumam permanecer entre os dentes por mais tempo.

Tente oferecer como alternativa, na hora do lanchinho, pedaços ou fatias de queijo, frutas frescas ou palitinhos de legumes, como cenoura, aipo ou erva-doce.

E quando finalmente seu filho chegar à fase em que não abre mão das balas, escolha bem o tipo que vai oferecer e controle a maneira como a criança come. As menos ruins são aquelas que desmancham rapidamente na boca ou os chocolates.

Tente fazer com que seu filho coma tudo em um rápido intervalo, em vez de passar horas com os doces. Uma boa maneira de “neutralizar” o açúcar é dar um pedaço de queijo ou um pouco de leite assim que possível.

Visitas ao dentista

Hoje em dia, os melhores profissionais dão muita atenção à saúde preventiva e não simplesmente ao tratamento de problemas que já aconteceram. Por isso, não espere até que apareça a primeira dor de dente da criança para levar uma criança ao dentista.

Tente ir com seu filho ainda bebê, quando você tiver uma consulta, assim ele já vai se habituando ao ambiente do consultório, ou leve-o assim que os primeiros dentinhos aparecerem.

Muitos dentistas se dedicam a atender crianças e sabem fazer da consulta algo divertido e leve. Não caia na tentação de pensar que os dentes-de-leite não merecem cuidados porque vão acabar caindo. A maioria tem quase uma década de trabalho pela frente, e a saúde deles é fundamental para que os dentes permanentes também sejam saudáveis e tenham espaço suficiente para nascer.

Quando é que meu filho estará pronto para tomar banho de pé?

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A transição da banheira portátil ou bacia para o banho em pé na verdade depende muito da habilidade de cada criança em conseguir se equilibrar relativamente bem, mesmo com a presença de um adulto por perto para ajudar. Considere que seu filho vai precisar ficar firme de pé por alguns minutos, além de ser ligeiramente balançado enquanto você lava e enxágua.

Outros fatores novos são a pressão da água do chuveiro caindo na pele do seu filho e o barulho que às vezes parece alto e incomoda.

Lembre também que as crianças pequenas tendem a gostar mais de ficar sentadas e brincando na banheira do que sendo simplesmente lavadas enquanto estão de pé. Ou seja, a transição pode não ser muito bem-vinda. Por outro lado, dependendo do temperamento, pode ser difícil evitar que uma criança agitada fique brincando de “patinação” no banho, o que aumenta muito o risco de uma queda.

Para quem tem box de chuveiro, um jeito intermediário de dar um bom banho e, ao mesmo tempo, não acabar de vez com o prazer do seu filho é deixar a banheira portátil (ou uma bacia) de lado dentro do box, já com a água do chuveiro ligada. Aí você primeiro dá o banho com seu filho de pé e depois enche a banheira ou bacia para ele passar uns minutinhos se divertindo com alguns brinquedos.

Você vai precisar comprar um tapetinho de banho para que ele não escorregue, ou então usar adesivos antiderrapantes colados no chão do box. Mesmo assim, escorregões podem acontecer mesmo que você esteja segurando com toda a atenção do mundo.

Você pode até se perguntar: por que então não dar o banho com a criança de pé já dentro da bacia, ou da banheirinha? É que o piso de plástico costuma ser ainda mais escorregadio.

Uma terceira opção é usar uma piscininha inflável, daquelas redondinhas, dentro do box. Esse tipo de piscininha costuma ter o piso um pouco menos liso.

Quanto à parte prática, para dar o banho em pé, ligue o chuveiro e deixe a água chegar à temperatura certa sem a criança lá dentro. Quando a água estiver boa (use seu antebraço para avaliar), ponha seu filho dentro do chuveiro (sem você, se puder) e segure-o pelos bracinhos, para que ele sinta segurança. Uma vez que ele esteja confortável, você pode segurá-lo com uma mão e começar a lavá-lo com a outra.

Para quem tem banheira grande, dá para deixar a criança tomar banho direto lá, mas é preciso tomar muito cuidado para não deixar a água ficar muito alta. A água nunca deve ficar acima da altura da cintura da criança sentada, pelo menos até por volta dos 5 anos.

Se houver chuveiro em cima da banheira, use os mesmos procedimentos acima, colocando a banheirinha, bacia ou piscininha dentro da banheira grande.

Existem à venda assentos que “seguram” crianças pequenas em banheiras grandes, mas é preciso tomar cuidado porque eles podem dar uma falsa sensação de segurança. Mesmo se seu filho estiver aparentemente preso por um desses anéis, não o deixe sozinho no banho.

Faça tudo sem pressa e não desanime se, nas primeiras vezes, não der para lavar muito bem. Neste momento, o que importa é acostumar seu filho a ficar em pé durante o banho e a gostar da água caindo no corpo, e do barulho do chuveiro ligado. Não exagere na pressão da água e procure evitar que caia diretamente no rosto.

Muitas mães acabam preferindo tomar banho junto com a criança, mas a operação pode ser meio complicada, já que na hora de sair você tem de se enxugar e enxugar seu filho. Vá testando o método que funciona melhor para sua família.

Se ele não gostar do novo jeito de tomar banho, também não tem problema voltar à banheira de bebê por um tempo, até que ele esteja pronto para uma nova tentativa.

Tudo sobre Assaduras no bebê

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Vou saber se meu filho está assado?

Assaduras são fáceis de perceber. Certas áreas da pele que ficam cobertas pela fralda -normalmente na área genital, nas dobrinhas das coxas e perto do ânus — vão ficar vermelhas e irritadas.

Às vezes as áreas afetadas têm um aspecto ressecado, outras vezes úmido, e também podem aparecer pequenas brotoejas.

Se a assadura comum não for tratada, pode se transformar em um problema mais sério — como uma micose, como a candidíase, ou uma infecção bacteriana.

As micoses por cândida (o mesmo fungo que causa o sapinho e a candidíase vaginal) são mais comuns em bebês que estejam tomando antibióticos. Essas drogas matam as bactérias “boas” que normalmente controlam a proliferação dos fungos. A micose causada pela cândida começa com pequenos pontinhos vermelhos, que vão se multiplicando até formar uma placa vermelha.

As infecções causadas por bactérias provocam o surgimento de placas amareladas e espinhas de ponta amarela, e podem vir acompanhadas de febre.

Nem sempre a assadura acontece só na área da fralda. Especialmente em regiões quentes, e em bebês gordinhos, elas podem aparecer em outras dobrinhas, como no pescoço ou embaixo do queixo.

Qual é a causa da assadura?

A principal causa é a umidade. Recém-nascidos fazem xixi o tempo todo, e também defecam com frequência. Nem as fraldas com o máximo poder de absorção conseguem tirar toda a umidade do contato com a pele do bebê, que é muito delicada.

Se a troca de fralda demorar muito, é quase certo que haverá assadura. Mas o problema pode aparecer também mesmo com trocas frequentes e com todo o cuidado, dependendo da sensibilidade da pele de cada criança.

Bebês mais velhos podem acabar tendo assaduras em decorrência de mudanças na alimentação ou de diarreia.

Qual é o melhor tratamento para a assadura?

O melhor remédio é manter o bebê limpo e seco, com trocas frequentes de fralda. Se estiver calor, tente deixá-lo sem fralda por um tempinho, num lugar que seja fácil de limpar (prevendo o tamanho do desastre se ele fizer xixi ou cocô), ou durante uma soneca diurna. Tomar um pouco de sol na área afetada ajuda na cicatrização — mas só o sol de antes das 10h e depois das 16h, e por uns 15 minutinhos.

Experimente também trocar a marca da fralda descartável, ou então de sabão no caso de fraldas de pano (lembrando que os médicos costumam recomendar, nesta fase, usar sabão de coco). Isso eliminará o problema se a causa principal for alérgica.

Uma assadura normal tem de melhorar depois de cerca de dois dias de tratamento comum, com os cremes tradicionais usados para prevenir a irritação (normalmente à base de óxido de zinco, vitaminas A e D, lanolina, calêndula e óleos). Não use pomadas com corticoides sem falar com o médico.

Se depois desse período de dois dias a assadura não tiver ido embora, ou tiver piorado, procure o médico, pois deve haver algum outro tipo de infecção, fúngica ou bacteriana, que exija tratamento específico.

Como posso prevenir as assaduras?

A melhor defesa contra a assadura é um bumbum sequinho. Siga cinco passos básicos:

  • Troque a fralda do bebê assim que possível, se ela estiver encharcada ou com cocô.
  • Limpe a área dos órgãos genitais do bebê com cuidado depois de cada cocô, e deixe-a bem seca antes de fechar a fralda.
  • Passe uma fina camada de pomada antiassadura no bumbum do bebê, como as de óxido de zinco. Não use talco — ele pode ser aspirado pelo bebê e ir para os pulmões.
  • Não aperte demais a fralda. É preciso deixar espaço para o ar circular e a pele do bebê poder respirar.
  • Evite o uso de amaciante nas roupas do bebê.
  • Quando seu filho começar a comer alimentos sólidos, não dê muitas novidades ao mesmo tempo. Assim fica mais fácil perceber se a assadura se deve a alguma alergia alimentar.

 

Dicas valiosas de aliviar a Cólica do Bebê

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Cólica é um termo geralmente usado para descrever o choro incontrolável em bebês saudáveis.

Meu bebê chora demais. Como vou saber se é cólica ?

Se o seu filho tem menos que 5 meses, chora mais que três horas seguidas mais que três vezes por semana, e isso já dura ao menos três semanas, há boas chances de ser cólica.

A cólica costuma aparecer por volta de duas a três semanas após o nascimento (no caso de crianças prematuras, de duas a três semanas após a data prevista para o parto).

É normal que bebês chorem quando estão com fome, molhados, assustados ou cansados, mas crianças com cólica choram sem parar e nada consegue lhes dar conforto ou consolo.

Quais são os principais sintomas da cólica?

Num bebê com cólica, você pode notar o seguinte:

  • Ele tem crises de choro intenso, e é difícil acalmá-lo
  • Ele encolhe as perninhas e arqueia as costas para trás, estica-se e se espreme enquanto chora
  • Ele solta puns quando chora

A cólica normalmente ataca no fim da tarde e à noite. Em casos mais difíceis, o bebê chora a qualquer hora do dia. Pode ficar difícil dar de mamar para o bebê quando ele está tão desconfortável.

Quando é que a cólica vai embora?

A cólica pode mesmo ser desesperadora para a família, principalmente porque todos estão se adaptando à nova vida com o bebê.

O alento é que ela não é grave, não é uma doença e costuma melhorar bastante entre os 3 ou 4 meses. O pico geralmente ocorre por volta de 6 semanas.

Por que o bebê fica com cólica?

Ainda não se sabe exatamente o que provoca a cólica. Cerca de 20% dos bebês apresentam cólica, e ela aparece tanto em meninos quanto em meninas, crianças amamentadas no peito ou na mamadeira, e tanto em primeiros filhos como em segundos, terceiros etc.

A realidade é que ainda não se sabe ao certo por que algumas crianças são mais suscetíveis às cólicas que outras.

Uma das hipóteses mais fortes é a de que o sistema digestivo do bebê ainda é imaturo, o que faz a barriga doer em reação a algumas substâncias do leite materno ou do leite artificial.

As contrações intestinais do bebê estariam “desorganizadas”.

Outras possíveis explicações são:

  • O sistema nervoso do bebê ainda não amadureceu e fica sensível demais
  • O bebê sente dor porque tem dificuldade de expelir gases

Outra indicação é que o fumo durante a gravidez ou o convívio com alguém que fuma podem predispor a criança a ter cólica.

Há algum risco para o bebê?

Não, o bebê não corre nenhum risco. Mas é preciso sempre consultar o médico para ter certeza de que se trata de cólica mesmo e não de algum outro problema que esteja causando dor ou desconforto, como uma hérnia ou infecção.

O ruim é que, conforme o bebê chora, ele pode engolir mais ar, o que só provoca mais gases e cólica.

E é muito difícil conviver com um bebê que chora tanto. Ainda mais quando a mãe está sensível por causa de tantas mudanças hormonais, que já são motivo suficiente para ela chorar por horas e horas também.

Quanto mais tenso ficar quem está cuidando do bebê, mais difícil será acalmá-lo.

O que posso fazer para tentar consolar o bebê com cólica?

As estratégias para tranquilizar o bebê dependem da possível causa da cólica. Veja as possibilidades:

Reação ao leite materno ou fórmula

Pode ser que o sistema digestivo do bebê ainda seja imaturo, e que algumas substâncias provoquem dor e desconforto. O que fazer:

  • Se você está amamentando, pode experimentar fazer algumas mudanças na sua alimentação para ver se o bebê chora menos. Uma regra simples é a seguinte: procure eliminar os alimentos que causam gases em você. Entre os alimentos que se imagina que possam causar cólica estão: leite, chocolate, brócolis, couve-flor, repolho, feijão, cebola e comidas apimentadas. Mas lembre-se de que uma mãe que amamenta precisa se alimentar bem, e que o leite materno é o melhor para o bebê (bebês que tomam fórmula também têm cólica!).
  • Se seu bebê toma fórmula, pode ser que ele tenha alguma alergia ou intolerância a um componente do leite artificial. O pediatra pode prescrever uma fórmula especial.

 

Sistema nervoso imaturo ou sensível demais

Pode ser que o bebê ainda não esteja pronto para tantos estímulos que o mundo joga sobre ele.

Se o choro do bebê não parecer estar relacionado com dor de barriga, experimente as seguintes táticas:

  • Segure o bebê no colo bem apertadinho, use um sling ou experimente enrolá-lo numa manta.
  • Experimente mantê-lo num ambiente sem muitos estímulos, com pouca luz e pouco barulho. Se você achar que segurá-lo no colo não está adiantando, tente colocá-lo por alguns minutos no berço.
  • Como você já deve ter descoberto, o bebê chora menos quando está em movimento. Carregue-o com você num canguru ou sling, deite na rede com ele, passeie bastante ou balance o carrinho. No caso do choro desesperador da cólica, não adianta ficar se preocupando em acostumar mal o bebê.
  • Barulhos constantes ou rítmicos, como o do ventilador, acalmam alguns bebês.
  • Chupar o dedo ou a chupeta podem acalmar o bebê. Você também pode fazer uma massagem leve.

 

Dor causada por gases

Você vai notar que o bebê se “espreme” e se contorce, e parece ter alívio quando solta um pum ou quando consegue fazer cocô.

Ele também pode começar a chorar no meio de uma mamada.

Algumas sugestões:

  • Ponha o bebê para arrotar depois de cada mamada. Veja mais detalhes sobre como colocar o bebê para arrotar.
  • Procure manter o bebê com a cabeça levantada na hora de dar de mamar. Se você amamenta o bebê, confira se ele está pegando o peito direitinho e experimente variar as posições de amamentar.
  • Se você dá mamadeira para o bebê, tenha certeza de que ele não está engolindo ar. Veja se o furo do bico não está muito grande, e mantenha a mamadeira sempre bem levantada, com o bico totalmente preenchido de leite. Procure os bicos anatômicos e elaborados exatamente para diminuir a entrada de ar enquanto a criança mama.
  • O pediatra pode receitar uma medicação (gotas de dimeticona ou simeticona) para ajudar o bebê a aliviar o acúmulo de gás na barriguinha. Atenção para o uso de funchicória, um pó feito a partir do funcho ou erva-doce: este fitoterápico que muitos pais colocavam na chupeta para acalmar a criança foi proibido pelo governo, pois sua segurança e eficácia não foram comprovadas. Fale sempre com o médico antes de usar qualquer truque que envolva dar alguma substância para a criança, mesmo que seja só molhar a chupeta.
  • Tente colocar uma bolsa de água quente na barriga do bebê (sempre envolta numa toalha e com muito cuidado para não queimar o bebê, que tem a pele extra-sensível).
  • Procure fazer movimentos de bicicleta com as pernas dele ou massagear a barriga com delicadeza para estimular a evacuação, o que também pode ajudar.

Não aguento mais tanto choro! O que fazer?

As primeiras semanas com o bebê em casa podem ser muito estressantes, tanto para a mãe, que tende a ter uma vontade de chorar permanente, quanto para o pai, que também pode ficar abalado.

Quando você achar que não aguenta mais, peça ajuda. Reveze-se nos cuidados com o bebê e, se precisar, dê uma saída de casa para arejar a cabeça e parar de ouvir o choro, enquanto outra pessoa fica com o bebê.

Procure se lembrar de que o choro do bebê não é culpa sua, e que a cólica vai passar com o tempo.

 

Grandes dicas para aliviar as dores dos primeiros dentes do bebê

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Embora os primeiros dentes das crianças não sejam permanentes, eles são fundamentais para o desenvolvimento de mandíbula, gengiva saudável e hábitos de higiene dental. Acontece que o crescimento da primeira dentição muitas vezes é uma fase complicada, na qual os bebês sentem dor e desconforto. Por isso, é importante saber como atravessá-la.

Por que dói tanto?

Os primeiros dentinhos geralmente rompem a gengiva quando o bebê tem de seis a oito meses, começando com os frontais inferiores. A dentição fica completa geralmente por volta dos 2,5 anos, e permanece estável até os cinco ou seis anos, quando começam a ser substituídos pelos permanentes.

É importante saber que nem sempre é assim, já que vários genes podem afetar o desenvolvimento dos dentes no primeiro ano de vida. É o que indica uma pesquisa conjunta feita pelo Imperial College London, Universidade de Bristol e Universidade de Oulu. O estudo mostra que dentes de bebês com certas variantes genéticas podem aparecer mais tarde.

Como os primeiros que nascem começam a empurrar a gengiva, é possível a criança experimentar dor – vermelhidão, aumento de saliva, inquietação, irritabilidade e perda de apetite são outros sinais de que eles estão nascendo. Esse pode ser um momento difícil para todos, mas não dura para sempre e há várias maneiras simples e eficazes para gerir o desconforto.

Como controlar a dor nos primeiros dentes do bebê?

Caso seu filho já tenha apresentado sintomas de que a primeira dentição está vindo, é bom aprender a lidar com a situação. Confira 7 dicas que podem ajudar a aliviar a dor e o desconforto dos pequenos.

1. Toalhinha fria

Lave uma fralda de pano em água fria e coloque-a no freezer por cerca de 30 minutos. Ela ficará gelada e proporcionará grande alívio – e entretenimento – para os pequenos mordedores. Lave-a após o uso.

2. Dedos limpos

Morder os dedos limpos da mamãe ou do papai é capaz de fornecer pressão suficiente para conter inchaço das gengivas e traz alívio para os bebês.

3. Alimentos refrigerados

É possível aliviar gengivas inchadas com itens frios – ou seja, oferecer alimentos refrigerados pode trazer conforto ao bebê. Caso ele ainda não consiga mastigar, tente processá-los e permitir que o pequeno desfrute do sabor e frescor sem riscos de asfixia.

4. Massagear as gengivas doloridas

Esfregar a gengiva inchada do bebê com dedo limpo ou costas de uma colher fria é uma boa dica. Isso vai aplicar pressão suficiente para dar algum alívio temporário nas dores dessa área.

5. Limpar com gaze

Durante a dentição as gengivas estão sensíveis e a limpeza é capaz de aumentar a dor. Como a higienização é fundamental, tente substituir a escova por um pedaço de gaze macia.

6. Dê um afago

Não subestime o poder do carinho quando se trata de ajudar as crianças a lidar com a dor. Um pouco de amor, atenção e brincadeiras muitas vezes é tudo que elas precisam para passar por essa fase complicada.

7. Converse com seu médico

Caso a dor da dentição pareça extrema, considere um remedinho para aliviá-la. Fale com o seu médico antes de ir por esse caminho para que ele recomende a melhor fórmula para o seu filho.

Pulseira Anti Enjôo – Como funciona?

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Como funciona a pulseira anti-enjôo?

Princípios Científicos

A pulseira anti-enjôo NAUSEA FREE funciona pelo princípio da acupressão, pressão em determinado ponto da acupuntura, no caso, o Ponto Nei-Kuan, ou P-6, tradicionalmente conhecido na Medicina Chinesa como o ponto do enjôo e da enxaqueca. No estojo vem um par, pois é preciso colocar, simultaneamente, uma pulseira em cada pulso, o yin e o yang (pólos negativo e positivo), 3 dedos abaixo da linha do punho, conforme figura.

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Um botão de pressão interno, costurado por dentro da pulseira elástica, exerce uma pressão contínua no ponto indicado. Há milênios a Medicina Chinesa reconhece que a pressão exercida neste ponto alivia náusea e vômito. No Oriente, inclusive, as pessoas apertam esse ponto com as unhas, cabo da colher ou do garfo, e outros instrumentos menos práticos e confortáveis.

Aplicações

Tipos de Problemas

Trata-se de um método alternativo de baixo custo para o alívio do enjôo e de vômitos, clinicamente comprovado, para:

  • Gravidez, enjôo matinal;
  • Viagens de navio, avião, terrestres (muitas pessoas enjoam em estradas cheias de curvas);
  • Quimioterapia, as drogas usadas no tratamento provocam náuseas;
  • Anestesia.

 

Forma de usar

Tempo de Uso

A pulseira anti-enjôo pode ser colocada antes ou depois dos sintomas do enjôo aparecem. Pode ser aplicada preventivamente antes da náusea, ou após o seu início, como medida paliativa, mesmo que a pessoa esteja tomando qualquer outro tipo de remédio.

Seu uso pode ser estendido pelo tempo que for necessário, pois é completamente natural. Sendo removida e retornando os sintomas, basta recolocá-la.

Em geral demora de 5 a 10 minutos para surtir efeito, o tempo necessário para que os sinais elétricos da pressão contínua exercida pelo botão de pressão no Ponto Nei-Kuan alcancem o cérebro.

Benefícios

Disposição e Atividade

Sem nenhuma contra-indicação, pode ser usada igualmente por adultos e crianças (desde que fiquem devidamente presas no pulso, o que ocorre naturalmente uma vez que a pulseira é elástica, ajustando-se automaticamente ao formato e tamanho do pulso). Como não ingere nada químico, não tem efeito colateral, sem causar moleza, entorpecimento ou sonolência. Deixa a pessoa ativa e disposta. É lavável e reutilizável.

Seu ponto de aplicação é de fácil localização e controlar o enjôo pode ser um grande passo no sentido da mulher se sentir positiva e segura durante a gravidez, ou de uma família aproveitar melhor seu cruzeiro de férias.

Seu tamanho é único, confortável, e discreta, esteticamente compatível com qualquer traje ou pessoa.

Reconhecimento internacional

Artigos Científicos

O Professor John Dundee da Queen´s University de Belfast, na Irlanda do Norte, foi quem verificou no Reino Unido, pela primeira vez, que a acupressão pode prevenir e evitar o enjôo na gravidez. Em 1988, ele publicou seu relatório no JOURNAL OF THE ROYAL SOCIETY OF MEDICINE, demonstrando que as mulheres do estudo que usaram a acupressão haviam sofrido significativamente menos náusea e vômitos em relação às que não haviam usado.

Outro estudo do Centro Médico da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, aplicando esta pulseira anti-enjôo de acupressão em pacientes pós-operatórios, reduziu a incidência de náusea de anestesia a 10% — uma redução de dois terços.

Na Itália foi possível verificar que o enjôo matinal em mulheres grávidas utilizando esta pulseira anti-enjôo foi reduzido em 70%.

Uma parteira americana comprovou que grávidas usuárias desta pulseira anti-enjôo relataram menos ansiedade, depressão e agressividade!

Para comprar acesse:

http://www.aguiababy.com.br/higiene-e-saude/outros/pulseira-anti-enjoo/

Os Melhores Presentes para o Natal do seu Filho.

Little Boy Opening Christmas Present

 

Mais do que o dia do nascimento de Jesus, o Natal é uma data importante, que traz de volta a nossas mentes, a importância da doação ao próximo e também o auxílio aos menos favorecidos. É também um dia para se reunir com a família e amigos para celebrar as conquistas de um ano inteiro e também para dar uma energia positiva ao ano que está chegando.

Mas o natal, além de ser uma festa linda, é um dia para trocar presentes com aquelas pessoas tão queridas em nossas vidas. As crianças são as que mais aproveitam este momento e, desde muito antes da data em sí chegar, já estão preparando suas listas de presentes desejados. A Águia Baby não podia ficar de fora dessa, não é mesmo? Por isso, preparamos algumas sugestões para não errar no presente do pequeno neste natal.

Brinquedos

A categoria de presentes mais desejada pelos pequenos é, com certeza, a dos brinquedos. Em todas as idades, as crianças sonham em receber brinquedos no Natal, por isso, separamos algumas dicas que serão sucesso neste natal:

 

Kit Meia e Pulseira Sozzy Girafa

kit-meia-e-pulseira-com-chocalho-da-girafa-da-sozzy.pngUm kit com um par de pulseiras e um par de meias ambos com bichinhos que contém chocalhos. Lindo, colorido e atrativo ao olhar dos bebês.

 

 

 

 

Roupas e Calçados

Uma ótima opção de presente. Afinal, as crianças crescem sem parar, não é ? Por isso, é sempre bom manter o guarda roupas atualizado e os calçados em dia. Confira algumas dicas de roupas e calçados para este natal:

 

Vestido Azul e Brancovestido azul e branco

Um lindo vestido para sua filha linda,  super confortável, com uma linda faixa. Perfeito para os dias mais quentes.

 

 

 

 

                                                                                             Tênis All Star Azul

20151129155531Este lindo tênis All Star  Azul em tecido com solado anti derrapante super confortável para os primeiros passos do bebê

 

 

 

 

Um dia para aproveitar com a família e os amigos

O Natal é uma época especial na vida de todas as pessoas, é quando nos reunimos para celebrar as conquistas de um ano inteiro e comemorar ao lado das pessoas que mais amamos no mundo. Pegue este dia para refletir e também para aproveitar todos os momentos ao lado dos pequenos.

Férias Chegando, Qual os melhores Lugares para levar seu Bebê

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As Férias é um momento muito especial, afinal, os filhos merecem todo o nosso amor e dedicação e nada melhor do que um período em que temos mais tempo para ficar com o amor de nossas vidas. Apesar disso, muitos pais ficam em dúvidas do que fazer com os filhos. Neste post, vamos dar várias dicas de lugares para passear com os filhos, além dos brinquedos para bebês, é importante fazer que este período seja tão especial para as crianças quanto também é para os papais.

O que fazer nas férias com das crianças?

 

Há vários lugares super legais para levar os seus filhos, como ir à parques, andar de bicicleta, ir ao cinema, entre várias outras opções. Mas, muitas vezes, os pais ficam indecisos quando o filhinho ainda é um bebê, afinal, nem todos os lugares são ideais para crianças tão novinhas. Mas veja algumas dicas de lugares legais que separamos para vocês.

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Bairro Alto Boqueirão_ Zoológico de Curitiba – Parque Iguaçu – Casa das Girafas Curitiba, 28/01/1996 Foto: Anielle Nascimento/SMCS (01713-09a)

Zoológico: Esta deveria ser uma das primeiras opções para os pais, tanto as crianças, como também os bebês, iriam amar ir ao zoológico. Afinal, não é sempre que vemos um macaco pegando uma banana, ou uma girafa brincando com as pessoas, ou um elefante fazendo charme. Sem contar, que é importantíssimo para os bebês presenciarem essa vida tão distinta da nossa e saberem diferenciar um animal do outro. No zoológico são vários animais diferentes que, as vezes, nem os pais conhecem e acaba sendo uma experiência gratificante para ambos.

Parques: Passear com o bebê ao ar livre é delicioso, muda a rotina que ele está acostumado e o contato com a natureza é muito bom. Além disso, os pais podem preparar um pic-nic com os filhos, fazer pãezinhos, bolinhos, suquinho e a papinha do bebê. É importante chegar cedinho, pois o Sol da manhã não é tão forte, sendo assim, não prejudica a pele do bebê. Junte toda a família, a criançada e divirta-se nesse passeio tranquilo!

Passeios Culturais: Apesar do bebê ser muito pequeno e muitas vezes não ter noção das coisas que acontecem, os passeios culturais são uma ótima pedida e uma distração para eles. Levá-los ao teatro, desperta o interesse e incentiva a criatividade da criança, pois o teatro infantil tem muita música e cores diversas, ajuda muito no desenvolvimento da criança. Assim como o cinema também. Mas é importante que os pais saibam que muitas crianças podem acabar se assustando, seja com o som alto, ou com o jogo de imagens muito intensa, por isso tome cuidado.

Para onde viajar?

Como estamos próximo do verão, a família inteira pode aproveitar para passar o final de semana fora e curtir o sol. O que não falta são opções, você pode até ir para casa de algum parente que mesmo assim será um dia diferente. Afinal, sair da rotina faz bem não só para os bebês, mas também para os pais.

Alguns pais ficam meio receosos de levar as crianças à praia, mas não se preocupem, se tomar todos os cuidados exigidos, será um passeio divertido para a criança. É importante ir bem cedinho, para que o Sol não esteja tão forte e para que a criança possa aproveitar um pouco mais o dia. Além disso, vale lembrar que é essencial os brinquedos para bebês, como por exemplo, aquelas piscinas pequeninas, para que eles possam se refrescar sem correr risco algum.

Outra opção bacana são os parques de diversões próprios para as crianças pequenas, pois são vários shows engraçadinhos e um ambiente totalmente diferente.

Brinquedos para bebês também são importantes!

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As crianças também ama se divertir com os seus brinquedos e os bebês adoram aqueles que são super alegres e sonoros. Opção é o que não falta! Brinquedos de montar, chocalhos, mordedores, são brinquedos incríveis e que, sem dúvidas, irão garantir a diversão deles. Sem contar que muitos desses brinquedos para bebês são educativos e os ajudam a desenvolver seu lado criativo, coordenação motora, raciocínio e vários outros aspectos importantíssimos para o crescimento deles. Agora é só planejar o dia das crianças perfeito e curtir muito com o seu pequeno!